<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133</id><updated>2011-04-21T16:24:15.033-03:00</updated><title type='text'>raul zermiani</title><subtitle type='html'>blog em estilo jornalístico com conteúdo humanístico</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-261313383429999615</id><published>2008-05-21T19:23:00.001-03:00</published><updated>2008-05-21T19:25:58.598-03:00</updated><title type='text'>mídia simplifica aquecimento global</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em setembro do ano passado escrevi um artigo para o nosso blog em que comentava a questão dos biocombustíveis antecipando, inclusive, a discussão hoje levantada pela ONU sobre a falta de alimentos. A possibilidade do redirecionamento das plantações que, gradualmente, estariam deixando de cultivar alimentos e concentrando suas atividades em produzir insumos voltados para a indústria dos combustíveis renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, outra questão de fundo ambiental tem aparecido nos meios de comunicação (como a catástrofe ocorrida recentemente em Miamar por conta de um ciclone). O chamado “aquecimento global” figura como um dos grandes responsáveis pelas rigorosas intempéries. Mais uma vez, a superficialidade em torno do debate denuncia a falta de rigor (ou o comprometimento?) da apuração de informações sobre o fenômeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia normalmente aponta a emissão de dióxido de carbono (CO2) como responsável pelo aumento da temperatura média do planeta. Conheço poucos fenômenos naturais que ocorrem, todavia, por conta de uma única causa. É fácil imaginarmos que, talvez, outros gases devem contribuir para a ocorrência do aquecimento da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros fatores menos apontados devem aparecer ao menos a título de enriquecimento da análise. A quantidade de vapor d’água na atmosfera, por exemplo, também interfere na temperatura do planeta. Ora, a “inocente” água está atrelada a um fenômeno “terrível”? Sim. Se formos buscar mais argumentos em torno do assunto poderíamos chegar a informações que, inclusive, redirecionam toda a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando somente um caso de disparidade de informações, devemos lembrar que parte dos paleontólogos (cientistas que se ocupam em analisar animais e plantas fossilizados) chegam a mencionar que o aquecimento global não é um fenômeno de responsabilidade humana. Argumentam que, em longo prazo, a temperatura média do planeta sofre alterações. Alterações estas que depois são naturalmente contornadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não quer dizer, todavia, que sugiro não controlarmos a emissão de gases poluentes. Só estou percebendo que boa parte dos debates possuem mais de um lado. Eventualmente, muitos lados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando a oportunidade, não devo deixar de mencionar o artigo do jornal norte-americano The New York Times de anteontem (18/05) em que defendem, mais uma vez, a internacionalização da Amazônia. Esse imperialismo yankee é difícil de aturar...bom...sobre um assunto tão sério devemos um comentário imediato. Neste caso, deixo as palavras do então reitor da Universidade de Brasília (quando numa universidade norte-americana foi questionado por um estudante sobre qual seria seu ponto de vista a respeito da internacionalização de nossa floresta numa perspectiva “humanista”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na postagem logo abaixo, portanto, a magistral resposta do então prof. Cristóvam Buarque.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-261313383429999615?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/261313383429999615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=261313383429999615' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/261313383429999615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/261313383429999615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2008/05/mdia-simplifica-aquecimento-global.html' title='mídia simplifica aquecimento global'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-5120044203827512725</id><published>2008-05-21T19:05:00.005-03:00</published><updated>2008-05-21T19:21:11.487-03:00</updated><title type='text'>ex-reitor da Unb comenta "venda" da amazônia</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conforme prometido no artigo logo acima, ai vai:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo mais que tem importância para a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como patrimônio cultural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria Ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimento nas fronteiras dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA têm defendido a idéias de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de comer e de ir à escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem dito, prof. Cristóvam...alguém quer comentar?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-5120044203827512725?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/5120044203827512725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=5120044203827512725' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/5120044203827512725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/5120044203827512725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2008/05/ex-reitor-da-unb-comenta-venda-da.html' title='ex-reitor da Unb comenta &quot;venda&quot; da amazônia'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-2177166254737602952</id><published>2008-05-06T23:59:00.003-03:00</published><updated>2008-05-07T00:04:58.156-03:00</updated><title type='text'>assassinato monopoliza noticiário</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não farei coro em torno do assassinato da menina Isabella Nardoni. Na verdade, o intuito desse artigo é outro. O caso dela, todavia, deve servir como disparador para uma discussão que não tem sido feita nos grandes meios de comunicação. Como mencionar uma idéia clichê aos meus estudantes no curso de Jornalismo: A mídia não pode agir como polícia, nem como justiça; não pode investigar (criminalmente) nem julgar. Por definição, inclusive legal, não são estas as atribuições da comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, os meios de comunicação costumam tratar casos de violência como se fossem notícias de relevo e interesse social (não confundir com “interesse das pessoas”). Fogem, portanto, de suas obrigações fundamentais. Mais ainda: Geram “fatos” na medida que sugerem, implicitamente, que aquilo que é divulgado é o que, efetivamente, deve ser sabido. Discussões sérias sobre as causas e as formas de combate (em termos amplos) da violência costumam passar ao longe das notícias e reportagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer parecer indiferente ou insensível, também gostaria de saber qual a prerrogativa que justifica uma cobertura tão extensa e tão exaustiva sobre um único caso de violência que, ademais, não é o único nem em seu gênero. “Isabellas” (de diferentes formas, de diversas idades, e em diferentes circunstâncias) morrem a todo momento em uma sociedade com problemas crônicos de diversas naturezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a cobertura do evento em si, sendo inevitável fugir completamente ao assunto, é preciso trazer uma discussão à tona: A postura condenatória de boa parte da imprensa é preocupante. Mesmo que sejam completamente irrefutáveis as provas contra o casal acusado, não cabe aos veículos de comunicação atropelar o jogo democrático que cede o direito de julgamento aos acusados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembremos que, em 1994, proprietários de uma escola infantil foram acusados de abusar das crianças que estavam aos seus cuidados. A imprensa, na mesma velocidade que vocifera sobre o caso da menina, partiu para a condenação dessas pessoas. Infelizmente (e instrutivamente...) não eram culpados. Não eram culpados mas a imprensa já havia atropelado a vida deles. Esta história foi registrada por Alex Ribeiro no livro “Caso Escola Base” (da Editora Ática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem conhece um pouco o poder dos meios de comunicação, consegue imaginar o tamanho do estrago causado por essa irresponsabilidade. Note que aqui não há nenhuma defesa do casal. Mas...quem investiga é a polícia...quem julga é a justiça...imprensa....eventualmente denuncia...normalmente divulga...divulga resultados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*********************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: Este nosso blog (“nosso” por ser meu e seu...) está passando por uma reestruturação. Desde sua criação, já passou por uma série de contratempos...o computador usado para escrever estes pequenos artigos quebrou...algumas vezes...a internet que utilizo, via celular, raramente permite o abastecimento de conteúdo. Para este ano, todavia, algumas mudanças farão com que o abastecimento não tenha novos problemas: Neste ano estou com maior disponibilidade para escrever. O computador será trocado (se antes não for queimado...). A companhia telefônica contratada para prestar o serviço de internet, discutirá a relação com o PROCON. Nova forma de acesso está em estudo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-2177166254737602952?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/2177166254737602952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=2177166254737602952' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/2177166254737602952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/2177166254737602952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2008/05/assassinato-monopoliza-noticirio.html' title='assassinato monopoliza noticiário'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-7560504376110788742</id><published>2008-01-11T14:29:00.001-02:00</published><updated>2008-12-09T15:23:04.940-02:00</updated><title type='text'>debate sobre rigidez das leis leva ao engano</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Acabei por passar por um período um tanto conturbado por conta dos compromissos de fim de semestre (a ponto de deixar de escrever para esta singela página). Muita coisa que demanda atenção especial, teve que ser suspensa temporariamente. Na ânsia da economia do tempo, algumas vezes me vi obrigado a usar a televisão como fonte de informação. Daí ter notado mais uma questão relevante: a forma com que alguns meios tratam do tema “violência”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/R4edKZEDETI/AAAAAAAAAAs/2sjgsRszCoU/s1600-h/violencia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154261100400939314" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/R4edKZEDETI/AAAAAAAAAAs/2sjgsRszCoU/s320/violencia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;São bastante comuns os programas de TV de cunho sensacionalista que adoram tratar de questões ligadas à violência urbana. Com muita freqüência, também, os apresentadores desses programas fazem questão de emitir suas opiniões com relação à segurança pública. Para nosso azar, normalmente possuem audiência significativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema desse tipo de programa não está, necessariamente, nos temas que eles abordam. Talvez valha a pena refletir um pouco mais sobre a forma com que eles são tratados. Primeiro, se queremos falar sobre violência, teríamos que deixar claro quais são seus fundamentos. Saber o que é “violência”. De onde ela vem? Por que ela existe? Bom. Já deve ser perceptível que há muito assunto dentro desse assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fechar um recorte, uma discussão pode servir como exemplo sobre a abordagem sobre a violência. Em casos de manifestações violentas acentuadamente chocantes (caso de assassinato de crianças...atropelamentos fatais...crimes contra a vida com requintes de crueldade...), é comum ouvirmos opiniões que versem sobre a necessidade do “endurecimento” das leis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Vamos para a questão legal. É senso comum afirmar que o bandido só é bandido porque a lei é branda. “Faltam leis neste país!”, dizem. Mas não. Leis não faltam. Pelo contrário. Um advogado poderia ser muito mais detalhado na exposição desse panorama, mas deve ser suficiente se mencionarmos que, em termos de quantidade de leis, o Brasil é campeão do mundo. Nosso código civil é tido como o mais “completo” do mundo. O código penal também é para lá de detalhado. Até nossa constituição é das mais longas do mundo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão, por conseguinte, não está na quantidade ou na dureza da lei. Seríamos mais racionais se fossemos analisar a aplicação da lei. Desculpe pelo abuso da idéia, mas falta mesmo é observar o emprego da lei de maneira uniforme. A lei, que é sempre uma, costuma possuir interpretações diferenciadas (é o famoso “depende pra quem”...). A lei, eventualmente, não é aplicada no mesmo rigor e nos mesmos termos em casos equinânimes (mais uma vez, “depende”...). A lei, talvez, não é nem aplicada em alguns casos. Depende do interesse das partes que, quando próximas, ou por relações pessoais, sociais e até econômicas, podem ser coincidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito de forma ampla, não é uma questão de lei. Mas pode ser, antes mesmo, questão de justiça. Justiça social.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-7560504376110788742?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/7560504376110788742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=7560504376110788742' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7560504376110788742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7560504376110788742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2008/01/debate-sobre-rigidez-das-leis-leva-ao.html' title='debate sobre rigidez das leis leva ao engano'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/R4edKZEDETI/AAAAAAAAAAs/2sjgsRszCoU/s72-c/violencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-9107613983404605815</id><published>2007-10-22T18:00:00.001-02:00</published><updated>2008-05-04T23:51:28.947-03:00</updated><title type='text'>privatizações ganham apoio de tv</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No último dia 09 ocorreu o leilão que concede o direito de exploração de vários trechos em rodovias federais. No caso do Paraná, foram leiloados o trecho entre Paraná e Santa Catarina (BR-116); o trecho entre Paraná e São Paulo (BR-116) e o trecho entre Curitiba e Garuva (BR-376). As chamadas privatizações já não são novidade por aqui e nem é meu objetivo, por hora, entrar no mérito dessas questões. Minha preocupação está em observar a postura da imprensa diante desse novo episódio das concessões rodoviárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que pude acompanhar, as privatizações foram tratadas pela mídia como processos naturais e inevitáveis. Em poucos veículos acompanhamos visões mais plurais a respeito do assunto. Ora, onde vimos explicações sobre os mecanismos das privatizações. De onde é o dinheiro das “compras”? Estas “compras”, para começar, são pagas (em “dinheiro”...) para o governo? Quais as alternativas para os processos de concessão da exploração de serviços públicos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, conforme coloquei, nem vou falar na justeza do caso. Vale a pena ir um pouco mais longe e perceber algo que, outrossim, é pelo menos estranho: Nos noticiários de uma tv de grande audiência, a “notícia” das privatizações foi sempre acompanhada de uma outra “notícia” subseqüente em que apontavam a precariedade das rodovias em solo paranaense. Para variar, perguntar (algumas vezes) não ofende: será que, com essa “amarração” não quiseram levar ao “respeitável público” um entendimento prévio sobre a qualidade do que é público em relação ao que é privado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém aqui chegaria à absurda conclusão que alguns veículos “compraram” um lado da versão? E a famosa imparcialidade?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-9107613983404605815?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/9107613983404605815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=9107613983404605815' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/9107613983404605815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/9107613983404605815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/10/privatizaes-ganham-apoio-de-tv.html' title='privatizações ganham apoio de tv'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-7821767265206566386</id><published>2007-10-14T16:38:00.001-02:00</published><updated>2008-12-09T15:23:05.288-02:00</updated><title type='text'>debate superficial atrapalha emprego</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Talvez um dos temas que mais rendem argumentos, inclusive em termos políticos, é o desemprego. E quase sempre, a questão está associada a tal “crise econômica”. Bom. Para começar, faço uma pergunta: Quando surgiu essa crise no Brasil? Ou, dito de outra forma, alguém ai nasceu numa época que não era de crise? Será, então, que não seria razoável entendermos que o Brasil não PASSA por um crise, mas que o país É a própria crise? Que esta nação foi feita assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num argumento simples e genial de Darcy Ribeiro, que está em seu artigo chamado “Sobre o Óbvio”, lemos que a crise brasileira não é um estado momentâneo, mas que se trata de um programa. O Brasil foi pensado, desde sua origem colonial, para ser a terra da oportunidade para uma seleta minoria. É para ser dessa forma. Tem gente – poderosa – que se beneficia desse “quadro recessivo” desde sempre. Inclusive hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. A crise que não é crise vive carrega de conversas sobre a questão do emprego. Este cenário, entretanto, é multifacetado e, por isso mesmo, não pode ser generalizado. Há diversos “tipos” de desemprego. Há o desemprego causado por crises MOMENTÂNEAS na economia. Este, não deve ser a regra do caso brasileiro. Há o desemprego causado pela falta de qualificação da mão-de-obra em diversos setores. Talvez o caso de alguns setores no Brasil. &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/RxJjBecdCWI/AAAAAAAAAAc/E1DZGjiT8XI/s1600-h/desemprego+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121264603277101410" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/RxJjBecdCWI/AAAAAAAAAAc/E1DZGjiT8XI/s320/desemprego+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há o desemprego causado pelo desaparecimento da vaga. Este último chamado pela sociologia de “desemprego estrutural”. Os tempos mudam e, com os avanços técnico-científicos, alguns trabalhos deixam de ser executados pelo homem para serem executados por máquinas. Este caso, também aparece no Brasil. E há o desemprego que chega a ser “pecado” mencionar: Aquele em que o emprego existe, as pessoas são habilitadas para executar mas que, no entanto, elas não se dispõe a executar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se discutíssemos o emprego no Brasil teríamos que nos ater em diversas variáveis que, de forma resumida, vão passar pelos seguintes problemas: Qualificação (de verdade!) do trabalhador, constante adaptação do trabalhador às novas condições do emprego no mercado (chamado, enganosamente, de capacitação profissional continuada), redirecionamento de políticas de emprego e, curiosamente, esforço no sentido de fazer as pessoas entenderem o sentido do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/RxJjVecdCXI/AAAAAAAAAAk/ybfSCYbEWso/s1600-h/desemrepgo+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121264946874485106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/RxJjVecdCXI/AAAAAAAAAAk/ybfSCYbEWso/s320/desemrepgo+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Este artigo, na verdade, nasce de causa própria. Coordeno uma equipe de professores que estão empenhados em levar a educação para as pessoas que precisam exatamente onde elas precisam e da forma que precisam: no lugar onde estão e com um custo razoável. Não precisarei entrar em detalhes sobre a iniciativa. Não é objeto desse artigo fazer propaganda da idéia. Mas de toda maneira, nosso negócio é meu grande laboratório para a prática do que é discutido na sala de aula. Um paradoxo pra lá de interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, a idéia é a seguinte: Tento desenvolver um modelo de gestão empresarial baseado no que há de mais atual em termos de administração. Cada área é coordenada por um professor designado por sua “competência” (interesse e experiência anterior em seu ramo de atividade). Todo professor, participa das reuniões para discutir o andamento de todos os projetos. Alguns podem se tornar sócios dos projetos ao longo do tempo (não confundir com “cooperativa”). Empresas são convidadas para serem parceiras das iniciativas (para reduzir custos para os estudantes). Aquilo que podemos fazer, fazemos. A parte de estratégia de divulgação, por exemplo, é feita por mim. Jornalista. A divulgação em si é encaminhada pelos professores interessados em “subir de nível” dentro da organização (interesse e experiência...). Redução de custos de funcionamento, como você pode perceber, por todos os lados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que o “negócio” funciona. E funciona melhor que eu mesmo poderia supor no início. E, mais uma vez para minha surpresa, poderia ampliar ainda mais suas atividades. A questão é que esbarramos, indiretamente, na questão do emprego. Não podemos crescer como gostaríamos. E não é por falta de recursos. Não podemos crescer por uma questão pelo menos curiosa: Falta gente. Faltam profissionais com o perfil exigido em todas as áreas e, ainda mais, para ocupar funções em que decisões devem ser tomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, ao repensar o assunto, percebi que estávamos pensando que a dificuldade poderia estar na capacidade das pessoas de decidir. Por estes dias, um dos professores chegou a mencionar que o problema central era a falta de qualificação dos “trabalhadores”. Mas não. O problema, pelo menos neste caso, não é este. Qualificadas, muitas pessoas são. A questão está, talvez, na forma com que as pessoas aprenderam a entender o “trabalho”. Aquele que busca uma vaga no mercado, busca por “emprego”. O problema está ai: O trabalho, assim como o emprego, não são os mesmos (se comparados com décadas passadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os candidatos às vagas normalmente conseguem tomar decisões. Até porque o ser humano é dotado de razão; razão esta que todo mundo usa. Dito de outra maneira, quem aqui não gosta de poder decidir como fazer as coisas? O medo não está em decidir, mas em se empenhar. Empenhar para que as coisas não fujam ao controle. Empenhar para que os resultados de seu desempenho sejam potencializados. Assumir o compromisso de “vestir a camisa” parece que dói. Ocupa tempo e precisa de comprometimento. Um comprometimento maior do que aquele que é visto nas relações tradicionais de trabalho. Ainda mais se mencionarmos o dado que, caso uma iniciativa não dê certo, a responsabilidade pelo erro também é partilhada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A racionalidade humana tenta objetivar nossos atos. Se não temos uma visão clara de que, cada vez mais, cada um depende de si para ser necessário no mercado de trabalho do futuro, só nos resta reclamar. O problema está em querer colher os melhores resultados possíveis com o menor esforço e no menor espaço de tempo possível. E não dá. Não é assim. Quanto mais elaboradas são nossas iniciativas, mais elas requerem daqueles que trabalham com elas. A razão que esclarece, pelo visto, em alguns momentos é a mesma que nos confunde.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-7821767265206566386?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/7821767265206566386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=7821767265206566386' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7821767265206566386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7821767265206566386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/10/debate-superficial-atrapalha-emprego.html' title='debate superficial atrapalha emprego'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/RxJjBecdCWI/AAAAAAAAAAc/E1DZGjiT8XI/s72-c/desemprego+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-7706110186618464009</id><published>2007-09-27T17:02:00.001-03:00</published><updated>2008-05-04T23:39:09.393-03:00</updated><title type='text'>imprensa esquece acidente da TAM</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os meios de comunicação, de maneira geral, abandonaram o acidente do vôo 3054 da TAM. O fato ocorreu no último dia 17 de julho, quando o AirBus A 320 da companhia aérea não conseguiu parar na pista do aeroporto de Congonhas. A aeronave atravessou a Avenida Washington Luís após ter percorrido toda a pista do aeroporto e colidiu com o prédio do setor de logística da própria empresa. Em linhas gerais, a justificativa é de que, para o momento, não há novidades relevantes em torno do assunto. Curiosamente, alguns argumentos básicos não foram apontados em sua devida profundidade. Em momento algum, inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, o caos aéreo já estava instalado; devidamente “inaugurado” com o a queda do Boing da Gol (vôo 1907) no meio da floresta amazônica, nas proximidades da cidade de Peixoto de Azevedo, no MT. Isso, em setembro de 2006. Nos muitos meses que se seguiram, um festival de atrasos e cancelamentos de vôos em diversos aeroportos do país. Pequenos acidentes não foram nada raros no mesmo período. Não há como dizer, portanto, que as tais autoridades competentes não sabiam da fragilidade do sistema de tráfego aéreo brasileiro. Este argumento, até certo ponto foi analisado mas, depois, desvalorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, o poder de lobby das companhias aéreas. Em nome da lucratividade dos negócios das poderosas empresas aéreas, o governo permite que vontades das empresas aéreas sejam mais que respeitadas. A utilização quase que exclusiva do aeroporto de Congonhas como centro de distribuição de vôos, é um dos exemplos dessa situação. Este aproveitamento excessivo da capacidade de fluxo num único aeroporto, pode ter gerado condições para o mal acompanhamento dos procedimentos de pousos e decolagens. Daí, talvez algumas normas de segurança não estarem, talvez, sendo observadas pelas companhias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro e último Para variar, envolve o óbvio. Condições objetivas no contexto do acidente. Aeroporto congestionado. Aviso logo anterior por parte de outro piloto de aeronave que pousava em Congonhas de que a pista estava escorregadia. Agora o argumento óbvio em torno da negligência da companhia: Avião lotado em tais condições de pouso. Um avião que, ademais, estava com um de seus mecanismos de frenagem, desativado...Pergunta: Tem como dar certo?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-7706110186618464009?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/7706110186618464009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=7706110186618464009' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7706110186618464009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7706110186618464009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/09/imprensa-esquece-acidente-da-tam.html' title='imprensa esquece acidente da TAM'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-3215264084776487882</id><published>2007-09-04T15:41:00.001-03:00</published><updated>2008-12-09T15:23:05.509-02:00</updated><title type='text'>euforia dos biocombustíveis gera falta de cautela</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Grande parte da imprensa tem falado a respeito dos biocombustíveis. O assunto aparece disseminado até em rodinhas de conversa. Os vestibulares também gostam do tema. Entretanto, percebemos um certo clima de euforia que, se em doses entusiásticas, pode atrapalhar na análise ponderada sobre essa nova fonte de energia.&lt;br /&gt;Bom. Essa seria a nova fonte de energia “limpa e renovável”. Tudo certo até ai. Também seria uma fonte alternativa de produção viável no contexto brasileiro. Ótimo. Agora, dizer que em tudo só há vantagem é caminhar em direção ao velho erro da generalização acrítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, somos obrigados a lembrar que boa parte dessa indústria integra um lobby reconhecidamente poderoso: os usineiros. Em tempos não muito remotos, esse pessoal pintou e bordou em diversas oportunidades para pressionar o governo para garantir vantagens. Talvez alguns se lembrem das simpáticas filas em postos de combustíveis na passagem da década de 80 para a década de 90. Dar mais “poder” para essa turminha não soa um tanto arriscado? &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/Rt2rHJBB-PI/AAAAAAAAAAU/t9CX6YNxqC8/s1600-h/bomba+gasolina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106425691675687154" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/Rt2rHJBB-PI/AAAAAAAAAAU/t9CX6YNxqC8/s320/bomba+gasolina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, a biografia de algumas das lideranças que compõem o atual governo do presidente Lula, iria de encontro aos interesses dos usineiros de outrora. O próprio presidente, especialmente ao longo da década de 80, foi duro crítico dos novos amigos. Agora, curiosamente, está todo mundo do mesmo lado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro. O próprio governo faz alarde da posição estratégica e de liderança do Brasil na produção de combustíveis renováveis. O caso que é quase sempre mencionado é o do álcool. O Brasil é o maior produtor do mundo. Isso quer dizer, obrigatoriamente, que o resto do mundo concordará em manter esse nosso confortável título?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto e, talvez, mais importante. Para variar, o importante envolve o óbvio: Para produzir a matéria-prima que vai gerar essa energia (cana-de-açúcar e sementes oleaginosas em geral) será necessário o emprego de cada vez mais terras. Mesmo que lentamente, outros gêneros agrícolas deverão dar espaço ao novo negócio. Em médio e longo prazo será que essas outras coisas não vão fazer falta? E se alguns outros países conseguirem se especializar na produção das mesmas plantas? Alguém ai se lembra do que aconteceu com nosso café? Trigo?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-3215264084776487882?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/3215264084776487882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=3215264084776487882' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/3215264084776487882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/3215264084776487882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/09/euforia-dos-biocombustveis-gera-falta.html' title='euforia dos biocombustíveis gera falta de cautela'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/Rt2rHJBB-PI/AAAAAAAAAAU/t9CX6YNxqC8/s72-c/bomba+gasolina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-2709905160507926987</id><published>2007-08-28T23:20:00.000-03:00</published><updated>2007-08-29T00:27:23.862-03:00</updated><title type='text'>imprensa analisa greves</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nas últimas semanas tenho acompanhado a imprensa ao falar em greves. Greves de médicos, legistas, policiais, professores. Mas não são as greves em si que me chamaram a atenção. Na verdade, estranho seria se os servidores públicos – com exceções, para bem ou para mal – estivessem contentes com seus salários e condições de trabalho. O que me deixou um tanto preocupado foi a forma com que os veículos tem tratado o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, a sociologia mostra que greves são feitas, exatamente, para incomodar. É essa a finalidade delas. Quando as demais formas de negociação não frutificam, eis que surge o instrumento "greve". É a forma com que os trabalhadores, estando certos ou não, tem para demonstrar de forma enfática seu descontentamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema está no enfoque dispensado por muitos colegas da imprensa. Da forma com que tenho acompanhado em diversos veículos, o sentido que tomam as notícias é quase sempre de enfatizar que elas não são justas por criarem transtornos. Perguntar não costuma ofender: Sim. Greves atrapalham mas, enfim, não é esse o sentido delas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei porque, mas lembrei de uma frase do ilustre Cláudio Abramo: “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter”.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-2709905160507926987?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/2709905160507926987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=2709905160507926987' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/2709905160507926987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/2709905160507926987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/08/imprensa-analisa-greves.html' title='imprensa analisa greves'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-8172727063337711613</id><published>2007-08-28T23:06:00.000-03:00</published><updated>2007-10-22T17:59:55.979-02:00</updated><title type='text'>impressões de florianópolis</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Passei uns dias em Florianópolis na semana passada. Aproveitei vários momentos em que não tinha coisa alguma para fazer para, pura e simplesmente, observar a vida da cidade. Primeiro o óbvio: Um tanto diferente da vida de outras capitais. Há um ritmo todo próprio. Uma cidade que mistura a agitação de motoristas sempre apressados com a leveza daqueles que parecem andar sem rumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa primeira observação, deriva a segunda. Há algo de surpreendente na vida cotidiana das ruas da ilha. Pouco movimentadas em diversos horários, várias ruas antigas lembram (mesmo que não em toda gravidade) cenários de penúria como do cortiço descrito por Aluísio Azevedo. A pobreza de vários “transeuntes” é evidente. Aquela pobreza que o bom e velho preconceito nos faz confundir com vadiagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comparamos a ostentação de seletos grupos (em seus “territórios insulares” igualmente definidos...), vemos que aqueles tipos humanos se excluem. Se estranham. O entreolhar é constante. Aquilo me causou a impressão de que há, paradoxalmente, um equilíbrio e um conflito. A ilha da prosperidade, e é assim que a bela capital de Santa Catarina é propagandeada na grande imprensa, resume a hipocrisia típica do brasileiro. Para abusar da frase feita: um barril de pólvora que, eventualmente, pode ter vindo com o fósforo junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inegável a beleza de inúmeras paisagens daquela gota de terra. Mas me parece igualmente inegável as conseqüências já de curto prazo da recente onda migratória para a cidade. Num território tão restrito em termos de espaço, até por se tratar de uma ilha, em tão baixas altitudes, e no contexto de uma ocupação historicamente desordenada, a perda da qualidade de vida (assim como a perda do patrimônio natural) é previsível. Talvez esteja passando do tempo de repensarem que rumos querem para aquela que é a carta de apresentação de um estado tão charmoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na viagem de volta procurei digerir o assunto. Curiosamente, lembrei de um chavão comum no discurso historiográfico: o equilíbrio muitas vezes antecede o conflito...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-8172727063337711613?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/8172727063337711613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=8172727063337711613' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/8172727063337711613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/8172727063337711613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/08/impresses-de-florianpolis.html' title='impressões de florianópolis'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-9083356374127297174</id><published>2007-08-20T17:26:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T15:23:05.639-02:00</updated><title type='text'>usos e desusos deste blog</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Resolvi apresentar um manual de instruções para o blog. Aqui você encontra as principais propostas e “normas” para sua utilização saudável. Antes de mais nada, já digo que prezamos pelos bons e velhos princípios democráticos. A opinião é livre, desde que não seja preconceituosa ou intolerante. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100885871058614498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/Rsn8rJBB-OI/AAAAAAAAAAM/5nz_4bYyk1E/s320/democracia.jpg" border="0" /&gt;Aqui não haverá orientação política. Isso poderá ser percebido quando encontrar posições aqui manifestas que, ora são favoráveis a governos, ora são contrárias. Dependeremos daquilo que se sinalizar mais importante no sentido de contribuir para a melhora da vida em sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui também não teremos orientação religiosa. Enfaticamente, me reservo o direito de manter a neutralidade da visão laica. Tudo em nome pluralidade. Não vestiremos preconceitos de cor ou credo. Ao que me parece, não há argumentos que embasem teorias eugênicas ou darwinistas de cunho social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimulamos a participação. A sua participação na construção deste blog. Este é o maior sinal do estímulo à pluralidade. Sugestões e críticas são muito bem-vindas. Bom-senso e raciocínio crítico. Amigos inseparáveis para fazer frente à injustiça, intolerância e ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais, o honesto código de ética do jornalista deverá sempre ser observado. Informação correta, útil e necessária. Opinião livre e responsável. Estamos combinados? Abraços!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao abastecimento, prometo inserir novos artigos todas as semanas. Aos domingos. Claro que se puder inserir mais vezes em outros dias da semana, farei isso com o maior prazer. Esta periodicidade servirá como um teste para perceber com que regularidade consigo trabalhar com a novidade...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-9083356374127297174?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/9083356374127297174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=9083356374127297174' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/9083356374127297174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/9083356374127297174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/08/usos-e-desusos-deste-bolg.html' title='usos e desusos deste blog'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wfbzs54q4g4/Rsn8rJBB-OI/AAAAAAAAAAM/5nz_4bYyk1E/s72-c/democracia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8853643921579522133.post-7290972416618932393</id><published>2007-08-20T17:23:00.001-03:00</published><updated>2008-05-04T23:07:36.021-03:00</updated><title type='text'>festa de inauguração</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Olá caríssimos e caríssimas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em toda estréia deve haver uma inauguração. Pois é. Então vamos ao serviço. Antes de mais nada, vale a pena mencionar que demorei em acatar as sugestões de diversos amigos para criar um weblog. Queria me desculpar pela morosidade, mas penso que antes não havia delineado na minha cabeça um cenário claro a respeito do perfil dessa página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom. Inês não morreu e aqui estão as primeiras palavras desta iniciativa que foi estimulada por vários e várias. A estas pessoas, meus agradecimentos antecipados pela colaboração de vocês na hora de fazer a coisa aqui andar. Ou vocês, amigos e amigas, acham que só eu vou subir neste banquinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na impossibilidade de convidar a todos para uma confraternização neste ambiente, já que me parece que este é realmente virtual, o champagne fica para outra hora. Na igual impossibilidade de convidar para entrarem por questões newtonianas, nada mais razoável que apenas trazer à tona alguns nomes que, direta ou indiretamente, fazem parte da minha vida. Pessoas que, invariavelmente, me influenciam em algum sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu muito obrigado para os meus grandes professores e amigos: Meus pais. Espaço nobre da página para vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito obrigado a todos os meus estudantes (vulgarmente chamados de alunos e ex-alunos). De todos os lugares. Em todos os níveis. Basicamente, esta iniciativa responde à vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao professor Carlos Sperandio, pela oportunidade de mostrar meu trabalho quando recém-formado. À professora Helenita Sala, pela infinita paciência com esse ex-aluno um tanto “rebelde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao professor Paulo Wollinger, ex-chefe (que “adora” essa alcunha...), grande mestre e amigo. Ao professor Nailor Marques Jr, pelo constante apoio e pela sincera amizade. Dr. Nilson Tadeu Reis Campos Silva, ilustre mestre na arte dos caminhos da vida. Jornalista Ricardo Kotscho, ilustre mestre do jornalismo de verdade. Às vezes, Kotscho, uma frase muda tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos meus ex-professores, alguns deles meus colegas hoje (para azar de vocês e sorte minha...): Professores Paulo Boni, Mario “Bola”, Neil, Beto Klein, Flavinha e Hugo Pires Jr. Todos eles responsáveis por me orientar nos caminhos jornalísticos. Professores Zé Henrique, Jaime, Zeca e J. Fábio Bertonha. Responsáveis pelas histórias da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos amigos e amigas de diferentes momentos da vida. Muitos por perto até hoje. Éric, Fernando, Doyou, Galois e Celso. Renata, Juliana, Daiane, Luciana e Germana. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para antecipar meu pedido de desculpas àqueles que, por ventura, sabem-se merecedores de menção e que, por algum motivo desconhecido, acabei por não mencionar. Pelo visto, erratas serão constantes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, enfim, muito obrigado a você. Nos tempos da economia da atenção, você que conseguiu ler a esta pequena lista telefônica até o fim, fico muito feliz por ter você por aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam todos(as) muito bem-vindos(as)!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8853643921579522133-7290972416618932393?l=raulzermiani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raulzermiani.blogspot.com/feeds/7290972416618932393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8853643921579522133&amp;postID=7290972416618932393' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7290972416618932393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8853643921579522133/posts/default/7290972416618932393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raulzermiani.blogspot.com/2007/08/ol-visitantes-em-toda-estria-deve-haver.html' title='festa de inauguração'/><author><name>raul zermiani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11647035052441802827</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
